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Trombose em Viagens Longas: Previna a Síndrome da Classe Econômica

Índice

Você já notou que, após algumas horas sentado em um avião, ônibus ou carro, seus sapatos parecem ficar mais apertados e suas pernas, pesadas? Esse desconforto, muitas vezes ignorado, pode ser o primeiro sinal de um problema circulatório que exige atenção. Quando planejamos as férias ou uma viagem de negócios, raramente colocamos a saúde vascular no checklist, mas a prevenção da trombose em viagens deveria ser tão prioritária quanto o passaporte.

Conhecida popularmente como “Síndrome da Classe Econômica”, essa condição não escolhe o preço da passagem. Ela está relacionada à imobilidade prolongada, algo comum em deslocamentos longos, seja em poltronas apertadas de avião ou no banco do passageiro de um carro. Para quem mora na região do ABC Paulista e busca qualidade de vida, entender como proteger suas veias é essencial para garantir que a única lembrança da viagem sejam as boas memórias.

Neste artigo, vamos conversar sobre como a união entre o uso correto de meias de compressão e o movimento pode ser a chave para uma viagem segura, e por que uma avaliação vascular prévia é o melhor investimento para sua tranquilidade.

O que é a Síndrome da Classe Econômica?

O termo “Síndrome da Classe Econômica” surgiu no final do século XX para descrever casos de Trombose Venosa Profunda (TVP) ocorridos durante ou logo após voos de longa duração. O nome remete ao pouco espaço para as pernas nas classes turísticas das aeronaves, o que dificulta a movimentação. No entanto, é fundamental esclarecer que o risco não é exclusivo de quem viaja de avião ou na classe econômica. Passageiros de primeira classe, motoristas de caminhão ou viajantes de carro e ônibus também estão suscetíveis se permanecerem imóveis por longos períodos.

Do ponto de vista clínico, o problema ocorre devido à estase venosa. Nosso sangue precisa retornar das pernas para o coração, um movimento que desafia a gravidade. Para isso, dependemos da contração dos músculos da panturrilha, que funcionam como uma “bomba” ou um “segundo coração”. Quando ficamos sentados por horas, essa bomba é desligada. O sangue circula mais lentamente, tornando-se mais propenso a coagular e formar um trombo (coágulo).

Se esse trombo se desprender e viajar pela corrente sanguínea até os pulmões, pode causar uma Embolia Pulmonar, uma condição grave e potencialmente fatal. Por isso, a prevenção da trombose em viagens é um assunto de saúde pública e de cuidado individual.

Fatores de Risco: Quem deve se preocupar?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver um coágulo em situações de imobilidade extrema, alguns perfis de pacientes possuem uma predisposição maior. Durante minhas consultas em Santo André, sempre ressalto que a avaliação de risco é individual. O que serve para seu companheiro de viagem pode não ser suficiente para você.

Os principais fatores que aumentam o risco incluem:

  • Histórico pessoal ou familiar de trombose;
  • Uso de anticoncepcionais hormonais ou reposição hormonal;
  • Gestação e o período pós-parto (puerpério);
  • Obesidade ou sobrepeso;
  • Tabagismo;
  • Idade superior a 40 anos (embora jovens também sejam afetados);
  • Cirurgias recentes (especialmente ortopédicas ou oncológicas);
  • Presença de varizes calibrosas não tratadas.

Se você se identifica com um ou mais desses itens e tem uma viagem programada com duração superior a 4 horas, a consulta com um especialista não é opcional, é uma medida de segurança.

O Papel das Meias de Compressão: Muito além do aperto

Muitos pacientes chegam ao meu consultório no Bairro Jardim com resistência ao uso das meias elásticas, imaginando que são desconfortáveis ou “coisa de gente idosa”. A tecnologia, felizmente, evoluiu muito. Hoje, as meias de compressão são peças fundamentais de engenharia têxtil médica e grandes aliadas na prevenção da trombose em viagens.

O funcionamento é fisiológico: a meia exerce uma pressão graduada, que é maior no tornozelo e diminui progressivamente em direção à coxa. Esse mecanismo “comprime” as veias superficiais e profundas na medida certa, diminuindo o diâmetro do vaso. Isso aumenta a velocidade do fluxo sanguíneo (imagine apertar a ponta de uma mangueira de jardim: a água sai com mais pressão e velocidade). Com o sangue fluindo mais rápido, a chance de coagulação diminui drasticamente, além de reduzir o inchaço (edema) e a sensação de pernas pesadas ao chegar ao destino.

Contudo, atenção: comprar uma meia qualquer na farmácia sem orientação pode ser perigoso. A classe de compressão (suave, média ou alta) e o tamanho exato devem ser prescritos por um cirurgião vascular após medir suas pernas. Uma meia errada pode ter efeito garrote e piorar a circulação.

Movimento: O Melhor Remédio Natural

Aliado ao uso das meias, o movimento é a estratégia mais eficaz e barata. Lembra-se da “bomba da panturrilha”? Precisamos ativá-la, mesmo sentados.

Eu recomendo aos meus pacientes uma rotina simples a ser realizada a cada hora de viagem:

  • Flexão plantar: Com os calcanhares no chão, levante a ponta dos pés o máximo que puder. Depois, apoie a ponta dos pés e levante os calcanhares. Repita esse movimento de “gangorra” 20 vezes.
  • Rotação de tornozelos: Gire os pés em sentido horário e anti-horário.
  • Caminhadas curtas: Se estiver no avião, levante-se para ir ao banheiro ou caminhar pelo corredor a cada 2 ou 3 horas. Se estiver de carro, faça paradas estratégicas para esticar as pernas.
  • Hidratação: O ar da cabine do avião é seco, o que favorece a desidratação e torna o sangue mais viscoso (“grosso”). Beba água constantemente e evite excesso de álcool ou calmantes que induzam sono profundo e imobilidade total.

A Diferença do Diagnóstico Especializado

Muitas vezes, a preocupação com a trombose em viagens surge apenas quando o paciente sente uma dor aguda na perna após retornar de férias. Nesse momento, o diagnóstico rápido e preciso é crucial. No entanto, a medicina preventiva é sempre o melhor caminho.

A abordagem que utilizo com o Dr. André Américo foca em antecipar problemas. Para os pacientes da região do ABC, ofereço uma estrutura de “consulta sem pressa”, onde podemos avaliar não apenas o risco de trombose, mas a saúde vascular como um todo.

Um dos grandes diferenciais do nosso atendimento é a realização do Ultrassom Doppler Vascular (Ecografia Vascular) durante a própria consulta. Não há necessidade de o paciente sair do consultório com um pedido de exame, agendar em outro laboratório, esperar o resultado e retornar dias depois. Conseguimos visualizar o fluxo sanguíneo, identificar refluxos, varizes internas ou sinais de trombose prévia em tempo real.

Para quem busca tratamento de varizes a laser em Santo André ou apenas um check-up preventivo antes de uma viagem internacional, essa agilidade diagnóstica aliada ao acolhimento humano faz toda a diferença. Tratamos a pessoa, não apenas a doença.

Sintomas de Alerta: Quando procurar ajuda imediata?

Mesmo com todas as precauções, é importante saber reconhecer os sinais de que algo não vai bem. Diferente do inchaço comum que afeta ambas as pernas e melhora ao elevá-las, a trombose costuma apresentar:

  • Inchaço assimétrico (apenas em uma perna, ou uma muito mais inchada que a outra);
  • Dor na panturrilha, muitas vezes semelhante a uma cãimbra que não passa;
  • Vermelhidão ou alteração na cor da pele na região afetada;
  • Aumento da temperatura local (a perna fica quente ao toque);
  • Endurecimento da musculatura.

Na presença desses sintomas, a avaliação médica deve ser imediata. Se houver falta de ar súbita, dor no peito ou tosse com sangue associada, procure um pronto-socorro urgentemente, pois pode ser sinal de embolia pulmonar.

Planeje sua Saúde Vascular

Viajar é uma das melhores experiências da vida, e o medo da trombose não deve ser um impedimento, mas sim um motivo para o autocuidado. Se você reside próximo à Rua das Figueiras, Alameda São Caetano ou arredores do Grand Plaza Shopping, tem à disposição uma medicina vascular moderna, que une tecnologia de ponta — como tratamentos minimamente invasivos — à empatia de quem ouve suas queixas com atenção.

Não espere o desconforto aparecer para cuidar das suas pernas. A prevenção da trombose em viagens começa muito antes do embarque: começa no consultório, com um planejamento personalizado para o seu perfil. Agende sua avaliação e viaje leve, com a segurança de que sua saúde está em boas mãos.