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Formigamento e diabetes: 5 sinais que a doença está afetando seus pés

Índice

Você já sentiu uma sensação estranha, como se houvesse “formigas caminhando” sobre a sua pele, ou notou que seus pés parecem estar “amortecidos” mesmo quando você os toca? Esses sintomas, muitas vezes ignorados na correria do dia a dia, podem ser o corpo emitindo um alerta silencioso e urgente. Para quem convive com níveis elevados de açúcar no sangue, esses pequenos desconfortos não são apenas cansaço: podem ser os primeiros indícios de que o diabetes está começando a afetar os nervos e a circulação dos seus membros inferiores.

Infelizmente, muitos pacientes só buscam ajuda quando uma ferida aparece e não cicatriza. No entanto, o problema começa muito antes da lesão visível. A neuropatia diabética e a doença arterial periférica agem silenciosamente, retirando a proteção natural dos seus pés. Se você mora na região do ABC Paulista e busca entender o que seu corpo está dizendo, este artigo foi escrito para você.

Aqui, vamos conversar sobre os 5 sinais claros de alerta, explicar por que isso acontece e, o mais importante, mostrar como um diagnóstico precoce e detalhado pode evitar complicações graves. O objetivo não é assustar, mas sim oferecer informação de qualidade para que você mantenha sua autonomia e qualidade de vida.

1. Formigamento contínuo (Parestesia): O primeiro alerta

O formigamento é, frequentemente, o primeiro sinal de que os nervos periféricos estão sofrendo. Diferente daquela sensação de quando dormimos sobre o braço e ele “acorda” formigando, a parestesia causada pelo diabetes tende a ser persistente ou piorar durante a noite, no momento de repouso.

Isso ocorre porque o excesso de glicose no sangue, ao longo do tempo, causa danos à bainha de mielina (a capa que protege os nervos) e aos pequenos vasos sanguíneos que nutrem esses nervos (vasa nervorum). Sem a nutrição adequada e com a estrutura danificada, o nervo começa a enviar sinais “errados” ao cérebro, interpretados como formigamento ou queimação.

Em meu consultório, ao atender pacientes de Santo André, percebo que muitos relatam essa sensação de “queimação nas solas dos pés” ao se deitarem. É um sintoma clássico da neuropatia sensitiva que não deve ser tratado apenas com analgésicos, mas sim investigado a fundo.

2. Perda de sensibilidade: O perigo silencioso

Se o formigamento é um sinal de irritação do nervo, a perda de sensibilidade (hipoestesia) é o sinal de que a função nervosa está sendo interrompida. Este é, talvez, o aspecto mais perigoso do pé diabético. Imagine pisar em uma pequena pedra, um prego ou usar um sapato apertado que machuca o calcanhar e, simplesmente, não sentir nada.

A dor é um mecanismo de defesa essencial do nosso corpo. Quando o Dr. André Américo avalia a sensibilidade dos pés de um paciente, o objetivo é verificar se esse mecanismo de defesa ainda está ativo. Pacientes com perda de sensibilidade podem caminhar o dia todo com uma lesão se formando, e só perceberem quando tiram a meia e veem sangue ou uma ferida aberta.

Essa “anestesia natural” não é benéfica. Ela é a porta de entrada para úlceras e infecções graves, pois sem dor, não há repouso nem cuidado imediato da área lesionada.

3. Pele seca, descamação e rachaduras (Neuropatia Autonômica)

Muitas pessoas associam o diabetes apenas ao açúcar no sangue, esquecendo que ele afeta todo o sistema nervoso, incluindo o sistema nervoso autônomo, responsável por funções involuntárias como o suor.

Quando o diabetes afeta esses nervos, os pés deixam de suar adequadamente (anidrose). O resultado é uma pele extremamente seca, que descama e forma rachaduras (fissuras), especialmente nos calcanhares. Para um paciente saudável, uma rachadura é apenas um incômodo estético ou doloroso. Para o paciente diabético, uma rachadura é uma porta aberta para bactérias entrarem em um tecido que já tem a imunidade e a cicatrização comprometidas.

Moradores de regiões urbanas como o entorno do São Caetano do Sul ou próximo ao Grand Plaza Shopping, que caminham bastante, devem estar atentos à hidratação rigorosa dos pés, não por vaidade, mas por segurança médica.

4. Alterações no formato dos pés (Deformidades)

Você notou que seus dedos estão ficando em formato de “garra” ou que o arco do pé está desabando? Isso pode ser reflexo da neuropatia motora. Os nervos também comandam os pequenos músculos intrínsecos do pé, responsáveis por manter a estrutura e o equilíbrio entre os ossos.

Quando esses músculos enfraquecem devido à falta de estímulo nervoso, ocorre um desequilíbrio entre os tendões flexores e extensores. Isso leva a deformidades como dedos em martelo e proeminências ósseas. Essas deformidades criam novos pontos de pressão dentro do calçado. Combinando isso com a perda de sensibilidade citada no item 2, temos a “receita” perfeita para a formação de calosidades que, por baixo, escondem úlceras profundas.

5. Dor na panturrilha ao caminhar (Claudicação Intermitente)

Até agora falamos muito sobre nervos, mas o diabetes é um grande inimigo dos vasos sanguíneos. Ele acelera o processo de aterosclerose (entupimento das artérias por placas de gordura e cálcio). Quando as artérias que levam sangue para as pernas começam a ficar estreitas ou obstruídas, ocorre a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP).

O sintoma clássico é a claudicação intermitente: uma dor ou câimbra forte na batata da perna que surge ao caminhar uma certa distância (como ir da sua casa até a padaria) e que desaparece após alguns minutos de repouso. Isso acontece porque o músculo pede mais sangue durante o exercício, mas a “estrada” (artéria) está engarrafada e o sangue não chega na quantidade necessária.

Se você sente isso ao caminhar pelos parques de Santo André, como o Parque Celso Daniel, pare e preste atenção. Isso não é “coisa da idade”, é um sinal vascular importante.

A importância do diagnóstico integrado: Vascular e Neurológico

Identificar esses 5 sinais em casa é o primeiro passo, mas o diagnóstico médico preciso é o que define o futuro da saúde dos seus membros. Na medicina vascular moderna, não agimos mais baseados em “achismos”.

É fundamental diferenciar o que é neuropatia (nervo) do que é vasculopatia (circulação), pois muitas vezes as duas condições coexistem no paciente diabético. É aqui que entra a importância de uma consulta detalhada e tecnológica.

No consultório do Dr. André Américo, a abordagem foge da medicina de “linha de produção”. Entendemos que quem sofre com esses sintomas precisa de acolhimento e respostas.

O papel do Ultrassom Doppler Vascular

Para investigar a parte circulatória, o exame físico é complementado pelo Ultrassom Doppler (Eco-Doppler) Vascular. Este exame, realizado muitas vezes na própria consulta, permite visualizar o fluxo sanguíneo em tempo real. Conseguimos ver se há obstruções, o grau de comprometimento das artérias e planejar o tratamento mais adequado.

A vantagem de ter esse diagnóstico na hora é a agilidade. Não é necessário ir a outro laboratório, esperar dias pelo laudo e retornar ao médico. Para quem mora na região do Bairro Jardim ou Campestre, essa conveniência aliada à segurança técnica é um diferencial que poupa tempo e reduz a ansiedade.

Tratamentos e a abordagem “Sem Pressa”

Ao confirmar que o diabetes está afetando os pés, o tratamento deve ser multifatorial. Não existe uma pílula mágica, mas existe um conjunto de cuidados que salvam membros.

  • Controle Glicêmico Rigoroso: A base de tudo. Sem controlar o açúcar, a lesão nervosa e vascular progride.
  • Cuidados Locais: Hidratação correta (nunca entre os dedos para evitar frieiras), corte adequado das unhas e uso de calçados ortopédicos ou sem costuras internas.
  • Tratamento da Dor Neuropática: Uso de medicações específicas que agem na dor do nervo (analgésicos comuns geralmente não funcionam bem aqui).
  • Revascularização: Em casos onde a circulação está muito comprometida (sinal 5), podem ser necessários procedimentos minimamente invasivos, como a angioplastia, para desobstruir as artérias e levar sangue de volta ao pé.

A filosofia de atendimento do Dr. André Américo preza pela “consulta sem pressa”. Explicar para o paciente a diferença entre a dor do nervo e a dor da falta de circulação leva tempo. Ensinar a examinar o próprio pé leva tempo. E esse tempo é o melhor investimento que você pode fazer na sua saúde.

Prevenção: O melhor remédio ainda é o cuidado diário

Se você tem diabetes, seus pés são joias valiosas que precisam de inspeção diária. Use um espelho para olhar a sola dos pés todos os dias. Procure por cortes, bolhas, vermelhidão ou áreas quentes.

Lembre-se: o formigamento não é normal. A falta de sensibilidade não é “bom porque não dói”. São gritos de socorro do seu organismo. A medicina vascular avançou muito e hoje dispomos de tecnologias laser e técnicas endovasculares que permitem tratamentos com recuperação rápida e menos agressivos, ideais para pacientes que não podem se dar ao luxo de longos repousos.

Se você reside no ABC Paulista, próximo à Rua das Figueiras ou Alameda São Caetano, e identificou algum desses sinais, não espere a ferida aparecer. A prevenção de complicações maiores começa com uma avaliação vascular completa.

Cuide da base que sustenta o seu corpo. Agende sua avaliação, tire suas dúvidas e garanta que seus passos continuem firmes e saudáveis por muitos anos.