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Dor no pé da barriga e desconforto na relação sexual: Problema de circulação?

Índice

A dor crônica na região pélvica, popularmente conhecida como “pé da barriga”, é uma queixa frequente nos consultórios ginecológicos. No entanto, quando essa dor vem acompanhada de uma sensação de peso que piora ao final do dia e, principalmente, de um desconforto profundo durante ou após a relação sexual, a causa pode não estar no útero ou nos ovários em si, mas sim nas veias que os cercam. Você sabia que esse incômodo persistente pode ser um problema de circulação?

Muitas mulheres passam anos convivendo com esses sintomas, recebendo diagnósticos inconclusivos ou tratamentos que não resolvem a raiz do problema. A sensação de que algo está errado, mas ninguém consegue explicar o porquê, gera frustração e ansiedade. Se você se identifica com esse cenário, é importante saber que a origem do seu desconforto pode ser vascular: as Varizes Pélvicas, uma condição subdiagnosticada que afeta a qualidade de vida de milhares de pacientes.

Neste artigo, vamos explorar como a circulação sanguínea na região pélvica afeta sua saúde íntima, explicar a Síndrome de Congestão Pélvica e mostrar como um diagnóstico preciso — realizado por um cirurgião vascular experiente — pode devolver seu bem-estar.

O que é a Dor Pélvica de origem vascular?

Para entender a dor, precisamos visualizar a anatomia. Assim como temos veias nas pernas que precisam desafiar a gravidade para levar o sangue de volta ao coração, temos um complexo sistema de veias na região pélvica (envolvendo útero, trompas e ovários). Essas veias possuem válvulas que impedem o sangue de retornar.

Quando essas válvulas falham ou quando há alguma obstrução no trajeto, o sangue se acumula na pelve. Esse represamento sanguíneo dilata as veias, formando o que chamamos de varizes pélvicas. Diferente das varizes nas pernas, que são visíveis, estas ficam internas, “escondidas” no abdômen, mas seus sintomas são bastante perceptíveis.

A Dr. André Américo explica que esse aumento de pressão venosa gera um processo inflamatório local e a sensação de peso constante, características clássicas de um problema de circulação na região.

Sintomas: Como diferenciar de uma cólica comum?

A dor das varizes pélvicas tem características específicas que ajudam a diferenciá-la de cólicas menstruais comuns ou problemas intestinais. Fique atenta aos seguintes sinais:

  • Piora com a postura: A dor tende a ser leve pela manhã e piorar progressivamente ao longo do dia, especialmente se você passa muito tempo em pé ou sentada.
  • Dispareunia de profundidade: Este é o termo médico para a dor durante a relação sexual. No caso das varizes pélvicas, a dor costuma ser profunda e, muitas vezes, persiste por horas após o ato sexual.
  • Peso no baixo ventre: Uma sensação de pressão ou estufamento no “pé da barriga”, que pode irradiar para a região lombar ou para a parte interna das coxas.
  • Varizes visíveis em locais atípicos: O surgimento de varizes na vulva, glúteos ou na parte posterior da coxa pode ser um sinal de que a circulação pélvica está comprometida.

Se você reside no ABC Paulista, próximo a Santo André, e apresenta esses sintomas, é crucial buscar uma avaliação especializada que vá além do exame ginecológico padrão.

Por que a relação sexual se torna dolorosa?

Durante a relação sexual, ocorre um aumento natural do fluxo sanguíneo para a região pélvica. Em uma mulher com circulação saudável, esse sangue flui e retorna normalmente. Porém, em pacientes com Síndrome de Congestão Pélvica, as veias já estão dilatadas e sobrecarregadas.

O aporte extra de sangue durante o ato sexual aumenta drasticamente a pressão dentro dessas veias doentes. Isso causa uma distensão aguda dos vasos, que é interpretada pelo corpo como dor profunda. O desconforto pode ser tão intenso que muitas pacientes começam a evitar a intimidade, o que gera impactos emocionais e no relacionamento.

Entender que isso é um problema de circulação e não “coisa da sua cabeça” ou falta de libido é o primeiro passo para a cura.

O Diagnóstico: A importância do Ultrassom com Doppler Vascular

Um dos maiores desafios das varizes pélvicas é o diagnóstico. Em exames de ultrassom transvaginal de rotina, realizados rapidamente e sem foco vascular, as veias dilatadas podem passar despercebidas ou serem confundidas com outras estruturas.

Para confirmar a suspeita, é necessário um exame dinâmico e detalhado: o Ultrassom com Doppler Vascular (transvaginal e abdominal). Este exame permite visualizar não apenas a anatomia, mas o fluxo do sangue. O médico consegue identificar o refluxo nas veias ovarianas e pélvicas, confirmando a hipertensão venosa no local.

No consultório da Dr. André Américo, localizado em região nobre de Santo André, prezamos pela “consulta sem pressa”. O diagnóstico pode ser realizado ou refinado no momento da consulta, utilizando tecnologia de ponta para mapear exatamente onde está a falha na circulação. Essa agilidade evita a via-sacra de exames e permite propor um tratamento imediato.

Tratamentos Modernos e Minimamente Invasivos

A boa notícia é que a medicina vascular evoluiu muito. Antigamente, a solução para dores pélvicas crônicas muitas vezes envolvia cirurgias abertas ou até a remoção do útero (histerectomia) sem necessidade. Hoje, tratamos a raiz do problema de forma minimamente invasiva.

Embolização de Varizes Pélvicas

Este é o padrão-ouro para o tratamento. Trata-se de um procedimento endovascular, realizado através de um pequeno furo na virilha ou no braço (semelhante a um cateterismo). Com o auxílio de imagens em tempo real, navegamos com microcateteres até as veias doentes na pelve.

Uma vez no local, liberamos pequenas molas ou substâncias esclerosantes que fecham essas veias defeituosas. O sangue, então, é redirecionado para veias saudáveis, aliviando a congestão e, consequentemente, a dor. A recuperação é rápida, geralmente com alta no mesmo dia ou no dia seguinte, permitindo um retorno precoce às atividades habituais.

Este procedimento é ideal para pacientes que buscam segurança técnica e resolução definitiva, sem as complicações de uma grande cirurgia aberta.

Conexão com Varizes nas Pernas

É importante notar que o sistema vascular é interligado. Muitas vezes, varizes que aparecem nas pernas e voltam recorrentemente após tratamentos podem ter sua origem na pelve. Se a “nascente” do problema (as varizes pélvicas) não for tratada, as varizes nas pernas continuarão a aparecer.

Por isso, ao procurar um Angiologista no ABC Paulista, é fundamental que ele tenha uma visão sistêmica. Tratar apenas a estética da perna sem investigar a dor no “pé da barriga” pode ser um tratamento incompleto.

Fatores de Risco: Quem deve ficar atenta?

Embora qualquer mulher possa desenvolver problemas de circulação pélvica, alguns fatores aumentam a predisposição:

  • Múltiplas gestações: O aumento do fluxo sanguíneo e a compressão do útero durante a gravidez podem danificar as válvulas das veias ovarianas.
  • Fator genético: História familiar de varizes.
  • Hormônios: O estrogênio atua relaxando a parede das veias, facilitando a dilatação.
  • Varizes nas pernas: A presença de insuficiência venosa nos membros inferiores é um sinal de alerta.

O Diferencial do Atendimento Humanizado no ABC

Sabemos que lidar com dor crônica e questões que envolvem a intimidade exige muito mais do que técnica médica; exige acolhimento. Pacientes que residem perto da Alameda São Caetano ou frequentam a região do Bairro Jardim, em Santo André, buscam um atendimento diferenciado.

A filosofia de trabalho da Dr. André Américo é baseada na escuta ativa. Entender como a dor afeta sua rotina, seu trabalho e seu relacionamento é parte fundamental do diagnóstico. Não somos uma “linha de produção”. Cada paciente é única, e o tempo de consulta é dedicado inteiramente para explicar, desenhar se for preciso, e garantir que você saia do consultório sem dúvidas e com um plano de tratamento claro.

Conclusão: Não normalize a dor

Sentir dor no “pé da barriga” ou durante a relação sexual não é normal. Se você já passou por ginecologistas, fez exames que não apontaram nada, mas o desconforto persiste, considere a possibilidade de ser um problema de circulação.

A Síndrome de Congestão Pélvica tem tratamento e a melhora na qualidade de vida é significativa. Você não precisa conviver com o peso, o cansaço e a dor.

Se você busca um Cirurgião Vascular em Santo André que alie alta tecnologia, diagnóstico preciso com Doppler na hora e um olhar humano para o seu problema, estamos prontos para recebê-la. Nossa clínica está estrategicamente localizada para atender com conforto pacientes de todo o ABC Paulista, próximo à Rua das Figueiras e aos principais acessos da cidade.

Agende sua consulta e vamos, juntos, investigar e tratar a causa real do seu desconforto.