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Por que os vasinhos roxos aparecem? Genética e Hormônios explicados

Índice

Você já se olhou no espelho e notou pequenas linhas avermelhadas ou arroxeadas nas pernas que parecem desenhar uma teia de aranha? Se a resposta for sim, e se isso faz você evitar roupas mais curtas em dias de calor, saiba que você não está sozinha. Esses vasinhos roxos, tecnicamente chamados de telangiectasias, são uma das queixas mais frequentes no consultório vascular. Embora muitas pessoas acreditem que se trata apenas de uma questão estética, o surgimento deles sinaliza que a microcirculação da pele não está funcionando como deveria. Muitas vezes, eles vêm acompanhados de sintomas como cansaço, peso nas pernas e aquela queimação chata ao final do dia.

Mas por que eles aparecem? Será que foi aquele salto alto, o tempo em pé no trabalho ou existe algo mais profundo? A verdade é que, na grande maioria dos casos, a resposta está escrita no seu DNA e é amplificada pelos seus hormônios. Como Dr. André Américo, cirurgião vascular com atuação focada no cuidado integral, sempre explico aos meus pacientes: entender a causa é o primeiro passo para um tratamento eficaz e duradouro. Vamos desvendar juntos o papel da genética e dos hormônios na saúde das suas pernas.

O que são, de fato, os vasinhos roxos?

Antes de culparmos a genética, é fundamental entender o que está acontecendo sob a sua pele. As telangiectasias são pequenos vasos sanguíneos capilares que se dilataram de forma permanente. Em um sistema circulatório saudável, o sangue desce para as pernas pelas artérias e retorna ao coração pelas veias, desafiando a gravidade. Para que isso aconteça, nossas veias possuem pequenas válvulas que impedem o sangue de “cair” de volta.

Quando essas válvulas falham ou quando a parede da veia perde sua tonicidade (firmeza), o sangue reflui e se acumula. Essa pressão aumentada nos vasos maiores acaba sendo transmitida para os vasinhos mais superficiais da pele, que não aguentam a carga e se dilatam, tornando-se visíveis a olho nu. É como se fosse um sistema de encanamento: se o cano principal (a veia nutridora) está sobrecarregado, os canos menores (os vasinhos) acabam sofrendo as consequências.

No meu consultório, localizado em Santo André, percebo que muitos pacientes chegam buscando apenas “secar” os vasinhos visíveis. Porém, sem investigar a origem do refluxo, o tratamento pode ser frustrante e recidivante. É aqui que a tecnologia e a medicina sem pressa fazem a diferença.

O Peso da Herança Genética

Se sua mãe ou avó sofrem com varizes ou vasinhos, a probabilidade de você desenvolver o mesmo quadro é significativamente alta. Estudos da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e de literatura internacional indicam que a predisposição genética é o fator de risco mais determinante para o desenvolvimento de doença venosa crônica.

A genética influencia diversos aspectos da sua saúde vascular:

  • Estrutura da Parede Venosa: Algumas pessoas nascem com paredes venosas com menos colágeno ou elastina de qualidade, tornando as veias naturalmente mais “frouxas” e propensas à dilatação.
  • Resistência Valvular: A integridade das válvulas que impedem o refluxo sanguíneo também é determinada geneticamente. Válvulas mais frágeis tendem a falhar mais cedo.

Ter a genética favorável ao problema não é uma sentença definitiva, mas é um alerta importante. Significa que seus cuidados devem começar mais cedo e ser mais consistentes. Pacientes com histórico familiar que procuram um angiologista no ABC Paulista de forma preventiva conseguem gerenciar o quadro com muito mais sucesso do que aqueles que esperam as complicações aparecerem.

A Tempestade Perfeita: A Influência dos Hormônios

Se a genética é o terreno, os hormônios são o adubo que faz os vasinhos “florescerem”. É por isso que a doença venosa é muito mais comum em mulheres do que em homens. Os principais protagonistas dessa história são o estrogênio e a progesterona.

Como o Estrogênio e a Progesterona afetam as veias?

Esses hormônios femininos têm uma ação direta sobre a musculatura lisa das paredes das veias:

  • Progesterona: Age relaxando as fibras musculares da parede venosa. Esse relaxamento excessivo causa uma dilatação passiva da veia, dificultando o trabalho das válvulas e favorecendo o acúmulo de sangue.
  • Estrogênio: Além de também influenciar na estrutura vascular, o estrogênio favorece a retenção de líquidos, o que aumenta o volume de sangue circulante e, consequentemente, a pressão dentro das veias.

Essa dupla hormonal atua em diferentes fases da vida da mulher, criando picos de risco para o surgimento dos vasinhos roxos.

Fases Críticas: Puberdade, Gravidez e Menopausa

Ao longo da vida, as flutuações hormonais colocam o sistema vascular à prova. É muito comum recebermos no consultório, próximo à Rua das Figueiras ou ao Shopping ABC, pacientes relatando que o problema “explodiu” em momentos específicos:

1. Puberdade

O início da produção hormonal cíclica pode desencadear o aparecimento dos primeiros vasinhos, especialmente em quem já tem forte carga genética. É o primeiro sinal de alerta do corpo.

2. Gravidez

A gestação é, sem dúvida, o período de maior estresse para o sistema venoso. Além do “bombardeio” hormonal (com níveis de progesterona altíssimos para manter a gravidez, o que relaxa as veias), há o aumento do volume de sangue circulante e a compressão física que o útero exerce sobre as veias pélvicas, dificultando o retorno do sangue das pernas. Muitas mulheres notam o surgimento de varizes e vasinhos nesta fase. Embora alguns possam regredir após o parto, muitos permanecem.

3. Uso de Anticoncepcionais e Reposição Hormonal

Pílulas anticoncepcionais, anéis, adesivos e terapias de reposição hormonal contêm doses de hormônios que mimetizam o ciclo natural, mas mantêm o estímulo sobre a parede venosa constante. Para pacientes com predisposição genética, o uso prolongado desses métodos pode acelerar o aparecimento de telangiectasias e varizes.

Diagnóstico de Precisão: Muito Além do Olhar Clínico

Entender a influência genética e hormonal é crucial, mas para tratar corretamente, precisamos saber exatamente quais veias estão doentes. Antigamente, o tratamento era feito apenas “no olho”, tratando o que estava visível na pele. Hoje, a medicina vascular moderna exige tecnologia.

No meu consultório, a consulta segue um padrão rigoroso. Não existe “dar uma olhadinha”. Realizamos o Ultrassom com Doppler Vascular ali mesmo, durante a consulta. O Dr. André Américo utiliza essa ferramenta para mapear sua circulação em tempo real. O Doppler nos permite ver o fluxo sanguíneo, identificar válvulas falhas e encontrar as “veias nutridoras” — aquelas veias invisíveis a olho nu que estão alimentando os vasinhos roxos na superfície.

Sem tratar a veia nutridora, tratar o vasinho é enxugar gelo: ele vai voltar, ou outros aparecerão ao lado.

Tratamentos Modernos: Eficiência e Conforto

A boa notícia é que, se a genética e os hormônios jogam contra, a tecnologia joga a favor. Para quem busca um tratamento de varizes a laser em Santo André, as opções hoje são minimamente invasivas, dispensam internação hospitalar e permitem retorno imediato às atividades.

Laser Transdérmico e CLACS

O Laser Transdérmico é o padrão ouro para o tratamento de vasinhos roxos, especialmente quando combinado com a escleroterapia (o método CLACS – Cryo-Laser and Cryo-Sclerotherapy). O laser emite uma energia térmica que fecha o vaso doente sem cortar a pele. O resfriamento da pele durante o procedimento garante conforto e segurança.

Escleroterapia com Espuma

Para vasos um pouco mais calibrosos ou tortuosos que não respondem apenas ao laser, a espuma densa é uma excelente aliada, preenchendo o vaso e causando seu fechamento.

A escolha da técnica depende, invariavelmente, daquele diagnóstico inicial detalhado feito com o Doppler.

Prevenção e Cuidados Contínuos

Embora não possamos mudar nosso DNA, podemos modular como ele se expressa. Adotar hábitos saudáveis é fundamental para quem tem predisposição a problemas vasculares:

  • Controle de Peso: O excesso de peso aumenta a pressão intra-abdominal e sobrecarrega as veias das pernas.
  • Atividade Física: Exercícios que fortalecem a panturrilha (“o coração das pernas”) ajudam a bombear o sangue de volta para cima.
  • Uso de Meias de Compressão: Quando indicadas por um médico, são excelentes para prevenir o inchaço e a sensação de peso.

Conclusão: Cuide da Sua Saúde Vascular com Quem Entende

Os vasinhos roxos não são apenas um incômodo visual; são um pedido de socorro da sua circulação. A combinação de genética e hormônios pode parecer um desafio difícil de vencer, mas com o acompanhamento correto, é possível ter pernas bonitas, leves e saudáveis.

A filosofia de trabalho do Dr. André Américo é baseada no acolhimento e na precisão técnica. Fugimos da medicina de “linha de produção”. Aqui, você tem tempo para ser ouvida, examinada e diagnosticada com a tecnologia certa, tudo no mesmo lugar.

Se você mora ou trabalha no ABC, próximo ao Bairro Jardim, Alameda São Caetano ou arredores, e busca uma solução definitiva e segura para os seus vasinhos, não espere o quadro se agravar. Agende sua avaliação e descubra como a tecnologia aliada ao cuidado humano pode transformar sua qualidade de vida.